Blog criado para contar minhas experiências e informações como estudante de pedagogia!
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
COMO OS JOGOS PODEM CONTRIBUIR NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
Melhora a socialização entre os alunos;
Permitir a criança a ser menos egocêntrica;
Viver situações de competição e colaboração;
Desenvolver a capacidade de observação, comparando diferenças e semelhanças;
Aprender com mais facilidade de modo agradável;
Apresentar algo desafiador para as crianças desenvolverem;
Aprender a trabalhar em grupo, respeitando o outro.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Tecnologia na Educação
Tecnologia na Educação
Escola Conectada: a tecnologia a serviço da aprendizagem
Maura Barbosa, consultora pedagógica da revista Gestão Escolar, visita a escola EME Profª Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul (SP), para falar sobre o tema "Escola Conectada". No vídeo, ela conversa com a diretora Alessandra de Siqueira e professores sobre a tecnologia a serviço da aprendizagem. Entre os temas discutidos, estão os projetos desenvolvidos na escola, o planejamento pedagógico das atividades e o impacto na aprendizagem dos alunos.
Reportagem Sobre Relacionamento Entre Pais e Escola
Relacionamento entre pais e escola
O relacionamento entre pais e escola
Neste vídeo, pais e mães dizem de que forma acompanham os estudos de seus filhos. A especialista Heloisa Zymanski, professora de Psicologia da Educação da PUC-SP, fala sobre a relação entre famílias e escolas.
Escola e Família Trabalhando Juntos
Escola e Família trabalhando juntos
A escola da família
Aproximar os pais do trabalho pedagógico é um dever dos gestores. Conheça aqui 13 ações para essa parceria dar resultado
Gustavo Heidrich (gestaoescolar@fvc.org.br)
Está na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): as escolas têm a obrigação de se articular com as famílias e os pais têm direito a ter ciência do processo pedagógico, bem como de participar da definição das propostas educacionais. Porém nem sempre esse princípio é considerado quando se forma o vínculo entre diretores, professores e coordenadores pedagógicos e a família dos alunos (assista aovídeo em que pais dão suas opiniões sobre o relacionamento deles com a escola).
O relacionamento chega a ser ambíguo. Muitos gestores e docentes, embora no discurso reclamem da falta de participação dos pais na vida escolar dos filhos - com alguns até atribuindo a isso o baixo desempenho deles - não se mostram nada confortáveis quando algum membro da comunidade mais crítico cobra qualidade no ensino ou questiona alguma rotina da escola. Alguns diretores percebem essa atitude inclusive como uma intromissão e uma tentativa de comprometer a autoridade deles. Já a maioria dos pais, por sua vez, não participa mesmo. Alguns por não conhecer seus direitos. Outros porque não sabem como. E ainda há os que até tentaram, mas se isolaram, pois nas poucas experiências de aproximação não foram bem acolhidos e se retraíram.
No Brasil, o acesso em larga escala ao ensino se intensificou nos anos 1990, com a inclusão de mais de 90% das crianças em idade escolar no sistema. Para as famílias antes segregadas do direito à Educação, o fato de haver vagas, merenda e uniforme representou uma enorme conquista. "Muitos pais veem a escola como um benefício e não um direito e confundem qualidade com a possibilidade de uso da infraestrutura e dos equipamentos públicos. Isso de nada adianta se a criança não aprender", afirma Maria do Carmo Brant de Carvalho, coordenadora geral do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), em São Paulo.
A escola foi criada para servir à sociedade. Por isso, ela tem a obrigação de prestar contas do seu trabalho, explicar o que faz e como conduz a aprendizagem das crianças e criar mecanismos para que a família acompanhe a vida escolar dos filhos. "Os educadores precisam deixar de lado o medo de perder a autoridade e aprender a trabalhar de forma colaborativa", afirma Heloisa Szymanski, do Departamento de Psicologia da Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (assista à entrevista completa com Heloisa emvídeo)
Um estudo realizado pelo Convênio Andrés Bello - acordo internacional que reúne 12 países das Américas - chamado A Eficácia Escolar Ibero-Americana, de 2006, estimou que o "efeito família" é responsável por 70% do sucesso escolar. "O envolvimento dos adultos com a Educação dá às crianças um suporte emocional e afetivo que se reflete no desempenho", afirma Maria Amália de Almeida, do Observatório Sociológico Família-Escola, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Mas o que significa uma parceria saudável entre essas duas instituições? Os pais devem ajudar no ensino dos conteúdos e os professores no dos bons modos? Claro que não. A colaboração que se espera é de outra ordem. "O papel do pai e da mãe é estimular o comportamento de estudante nos filhos, mostrando interesse pelo que eles aprendem e incentivando a pesquisa e a leitura", diz Antônio Carlos Gomes da Costa, pedagogo mineiro e um dos redatores do ECA (leia sobre o que a família pode fazer para ajudar na Educação dos filhos no quadro abaixo). Para isso, é preciso orientar os pais e subsidiá-los com informações sobre o processo de ensino e de aprendizagem, colocá-los a par dos objetivos da escola e dos projetos desenvolvidos e criar momentos em que essa colaboração possa se efetivar.
Quando o assunto é aprendizagem, o papel de cada um está bem claro - da escola, ensinar, e dos pais, acompanhar e fazer sugestões. Porém, se o tema é comportamento, as ações exigem cumplicidade redobrada. Ao perceber que existem problemas pessoais que se refletem em atitudes que atrapalham o desempenho em sala de aula, os pais devem ser chamados e ouvidos, e as soluções, construídas em conjunto, sem julgamento ou atribuição de culpa. "Um bom começo é ter um diálogo baseado no respeito e na crença de que é possível resolver a questão", acredita Márcia Gallo, diretora da EME Professora Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul, SP, e autora do livro A Parceria Presente: A Relação Família-Escola numa Escola de Periferia de São Paulo.
Visando ajudar você a dar os passos necessários para cumprir o dever legal e social de ter um relacionamento de qualidade com as famílias, NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR elaborou uma lista com 13 ações, que vão desde o acolhimento no começo do ano letivo até as atividades de integração social. Dê sua opinião sobre o assunto no final desta página, em "comentários". A consultora Márcia Gallo responderá suas dúvidas.
- Ler para as crianças ou pedir para que elas leiam para eles.
- Conversar sempre com os filhos sobre assuntos da escola.
- Acompanhar as lições de casa e mostrar interesse pelos conteúdos estudados.
- Verificar se o material escolar está completo e em ordem.
- Zelar pelo cumprimento das regras da escola.
- Participar das reuniões sempre que convocados.
- Conversar com os professores.
O relacionamento chega a ser ambíguo. Muitos gestores e docentes, embora no discurso reclamem da falta de participação dos pais na vida escolar dos filhos - com alguns até atribuindo a isso o baixo desempenho deles - não se mostram nada confortáveis quando algum membro da comunidade mais crítico cobra qualidade no ensino ou questiona alguma rotina da escola. Alguns diretores percebem essa atitude inclusive como uma intromissão e uma tentativa de comprometer a autoridade deles. Já a maioria dos pais, por sua vez, não participa mesmo. Alguns por não conhecer seus direitos. Outros porque não sabem como. E ainda há os que até tentaram, mas se isolaram, pois nas poucas experiências de aproximação não foram bem acolhidos e se retraíram.
No Brasil, o acesso em larga escala ao ensino se intensificou nos anos 1990, com a inclusão de mais de 90% das crianças em idade escolar no sistema. Para as famílias antes segregadas do direito à Educação, o fato de haver vagas, merenda e uniforme representou uma enorme conquista. "Muitos pais veem a escola como um benefício e não um direito e confundem qualidade com a possibilidade de uso da infraestrutura e dos equipamentos públicos. Isso de nada adianta se a criança não aprender", afirma Maria do Carmo Brant de Carvalho, coordenadora geral do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), em São Paulo.
A escola foi criada para servir à sociedade. Por isso, ela tem a obrigação de prestar contas do seu trabalho, explicar o que faz e como conduz a aprendizagem das crianças e criar mecanismos para que a família acompanhe a vida escolar dos filhos. "Os educadores precisam deixar de lado o medo de perder a autoridade e aprender a trabalhar de forma colaborativa", afirma Heloisa Szymanski, do Departamento de Psicologia da Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (assista à entrevista completa com Heloisa emvídeo)
Um estudo realizado pelo Convênio Andrés Bello - acordo internacional que reúne 12 países das Américas - chamado A Eficácia Escolar Ibero-Americana, de 2006, estimou que o "efeito família" é responsável por 70% do sucesso escolar. "O envolvimento dos adultos com a Educação dá às crianças um suporte emocional e afetivo que se reflete no desempenho", afirma Maria Amália de Almeida, do Observatório Sociológico Família-Escola, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Mas o que significa uma parceria saudável entre essas duas instituições? Os pais devem ajudar no ensino dos conteúdos e os professores no dos bons modos? Claro que não. A colaboração que se espera é de outra ordem. "O papel do pai e da mãe é estimular o comportamento de estudante nos filhos, mostrando interesse pelo que eles aprendem e incentivando a pesquisa e a leitura", diz Antônio Carlos Gomes da Costa, pedagogo mineiro e um dos redatores do ECA (leia sobre o que a família pode fazer para ajudar na Educação dos filhos no quadro abaixo). Para isso, é preciso orientar os pais e subsidiá-los com informações sobre o processo de ensino e de aprendizagem, colocá-los a par dos objetivos da escola e dos projetos desenvolvidos e criar momentos em que essa colaboração possa se efetivar.
Quando o assunto é aprendizagem, o papel de cada um está bem claro - da escola, ensinar, e dos pais, acompanhar e fazer sugestões. Porém, se o tema é comportamento, as ações exigem cumplicidade redobrada. Ao perceber que existem problemas pessoais que se refletem em atitudes que atrapalham o desempenho em sala de aula, os pais devem ser chamados e ouvidos, e as soluções, construídas em conjunto, sem julgamento ou atribuição de culpa. "Um bom começo é ter um diálogo baseado no respeito e na crença de que é possível resolver a questão", acredita Márcia Gallo, diretora da EME Professora Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul, SP, e autora do livro A Parceria Presente: A Relação Família-Escola numa Escola de Periferia de São Paulo.
Visando ajudar você a dar os passos necessários para cumprir o dever legal e social de ter um relacionamento de qualidade com as famílias, NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR elaborou uma lista com 13 ações, que vão desde o acolhimento no começo do ano letivo até as atividades de integração social. Dê sua opinião sobre o assunto no final desta página, em "comentários". A consultora Márcia Gallo responderá suas dúvidas.
Os deveres da família
Até o século 19, a separação de tarefas entre escola e família era clara: a primeira cuidava daquilo que à época se chamava "instrução", que na prática era a transmissão de conteúdos, e a segunda se dedicava à "Educação", o que significava o ensinamento de valores, hábitos e atitudes. "A Era Moderna deixa nebulosa essa divisão do trabalho educacional. Reconhecida como um valor de ascensão social para as classes surgidas com a urbanização, a Educação passa a ser objeto de atenção das famílias e as expectativas em relação à escola se ampliam", diz Maria Amália de Almeida, da UFMG. Na prática, a escola passou a ser reconhecida como um espaço de aprendizagem dos conteúdos e de valores para a formação da criança. Assim, as fronteiras se tornaram confusas. As responsabilidades da escola já foram detalhadas na reportagem ao lado. Mas, o que se pode esperar das famílias, além de que elas garantam o ingresso e a permanência das crianças em sala de aula? Quando se sentem integradas, elas passam a participar com entusiasmo das reuniões e se tornam parceiras no desafio de melhorar o desempenho dos filhos. Com o intuito de indicar caminhos para a participação mais efetiva das famílias, o projeto Educar para Crescer, iniciativa da Editora Abril e da Universidade Anhembi Morumbi, vai lançar a partir de 26 agosto o Guia da Educação em Família, que será encartado em diversas publicações da editora. Esse material, assim como o folheto Acompanhem a Vida Escolar dos Seus Filhos, do Ministério da Educação, traz orientações simples sobre como os pais podem trabalhar com a escola. Entre as dicas, estão:- Ler para as crianças ou pedir para que elas leiam para eles.
- Conversar sempre com os filhos sobre assuntos da escola.
- Acompanhar as lições de casa e mostrar interesse pelos conteúdos estudados.
- Verificar se o material escolar está completo e em ordem.
- Zelar pelo cumprimento das regras da escola.
- Participar das reuniões sempre que convocados.
- Conversar com os professores.
Organização em ciclos respeita as diferenças
Organização em ciclos respeita as diferenças
A progressão continuada ainda é confundida com aprovação automática. Saiba por que esse mal-entendido causa tantos danos
Verônica Fraidenraich (novaescola@fvc.org.br)
Tempo maior para que todos atinjam as expectativas de aprendizagem
O princípio da progressão continuada é justamente garantir a todos o direito de aprender. Ele reconhece que as crianças passam por ciclos de desenvolvimento - como ensinou o psicólogo suíço Jean Piaget (1896-1980) e que as aprendizagens ocorrem dentro desses ciclos. Mas cada criança tem um ritmo e uma maneira de aprender, que devem ser respeitados. Por isso, em vez de uma organização curricular dividida por séries, anual, a progressão prevê a possibilidade de ciclos de dois, três ou quatro anos e elimina a retenção dentro desse período, por acreditar que, com um tempo maior disponível, todos podem atingir as expectativas de aprendizagem.
Dessa forma, se uma rede organiza o Ensino Fundamental em dois ciclos - sendo o primeiro do 1º ao 5º ano e o segundo do 6º ao 9º -, o aluno só pode ser retido ao fim de cada uma dessas etapas, caso não tenha alcançado os objetivos definidos para o período. "O sistema foi adotado por algumas redes públicas brasileiras na década de 1960, como uma alternativa para diminuir os altos índices de evasão escolar e repetência", explica a pesquisadora Márcia Aparecida Jacomini, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Contudo, o maior ganho não está nos números, mas no impacto sobre o desenvolvimento da criança. A reprovação, tida no sistema seriado como uma "nova chance de aprendizagem", transformou-se, no decorrer dos anos, num instrumento de exclusão de boa parte das crianças e dos adolescentes da escola: a repetência é uma das grandes causas do abandono e da evasão escolar. E o Brasil é um dos países que mais reprovam (veja o gráfico acima).
Além disso, os que não desistem passam a frequentar turmas com colegas mais novos - o que é um desestímulo e leva a novas repetências. A defasagem idade/série no Brasil (uma das consequências da retenção) chega a 60% nos 9º anos, segundo dados de 2006 da Organização das Nações Unidas para a Educação Ciência e Cultura (Unesco).
Por isso, os autores da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de 1996, e dos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental (PCNs) consideraram a possibilidade de a escola organizar seu tempo por ciclos. Estima-se que metade das redes públicas siga tal proposta, entre elas as municipais de Belém, Belo Horizonte, Blumenau, Fortaleza e São Paulo, mais o Distrito Federal. Inglaterra, Japão, Coreia, Finlândia e Suécia são alguns dos países que também seguem
esse modelo.

O Brasil é o país que mais reprovaCompare os índices de reprovação do Brasil e de outras regiões e países.Fonte: UNESCO
Dessa forma, se uma rede organiza o Ensino Fundamental em dois ciclos - sendo o primeiro do 1º ao 5º ano e o segundo do 6º ao 9º -, o aluno só pode ser retido ao fim de cada uma dessas etapas, caso não tenha alcançado os objetivos definidos para o período. "O sistema foi adotado por algumas redes públicas brasileiras na década de 1960, como uma alternativa para diminuir os altos índices de evasão escolar e repetência", explica a pesquisadora Márcia Aparecida Jacomini, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Contudo, o maior ganho não está nos números, mas no impacto sobre o desenvolvimento da criança. A reprovação, tida no sistema seriado como uma "nova chance de aprendizagem", transformou-se, no decorrer dos anos, num instrumento de exclusão de boa parte das crianças e dos adolescentes da escola: a repetência é uma das grandes causas do abandono e da evasão escolar. E o Brasil é um dos países que mais reprovam (veja o gráfico acima).
Além disso, os que não desistem passam a frequentar turmas com colegas mais novos - o que é um desestímulo e leva a novas repetências. A defasagem idade/série no Brasil (uma das consequências da retenção) chega a 60% nos 9º anos, segundo dados de 2006 da Organização das Nações Unidas para a Educação Ciência e Cultura (Unesco).
Por isso, os autores da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de 1996, e dos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental (PCNs) consideraram a possibilidade de a escola organizar seu tempo por ciclos. Estima-se que metade das redes públicas siga tal proposta, entre elas as municipais de Belém, Belo Horizonte, Blumenau, Fortaleza e São Paulo, mais o Distrito Federal. Inglaterra, Japão, Coreia, Finlândia e Suécia são alguns dos países que também seguem
esse modelo.
domingo, 13 de outubro de 2013
sábado, 12 de outubro de 2013
Síntese
do capítulo 1.2 do livro Salto para o futuro – Aprender com o vídeo e com a
câmera. Para além das câmeras.
As mídias audiovisuais fazem
parte do nosso cotidiano principalmente a televisão e elas são suportes que
estão cada vez mais auxiliando professores em sala de aula para melhor
interação com seus alunos.
Vivemos em uma sociedade
onde tudo que é novo gera um pouco de receio, principalmente quando se fala de Educação,
e não foi diferente com o avanço meios de comunicação e sua inserção nas salas
de aula. Principalmente quando se pensa que a escola tem que usar apenas as
linguagens orais e escritas. Porém diante a tantos avanços tecnológicos temos
que ter uma nova postura educacional e perceber como os meios audiovisuais
podem enriquecer uma aula. Mas essa nova linguagem é um grande desafio para a
escola,para os professores e para os alunos. Mas temos que ter profissionais
que tenham conhecimento das novas linguagens audiovisuais que serão transmitidas
para os alunos.
E como através do
audiovisual a percepção humana é maior, podem se constituir em fortes elementos
de criação e modificação de desejos e de conhecimentos, superando os conteúdos
e os assuntos que os programas pretendem veicular e que, nas escolas,
professores e alunos desejam receber, perceber e, a partir deles, criar os
mecanismos de expansão de suas próprias ideias.
Síntese
do capítulo 1.5 do livro Salto para o futuro - Prática e formação de professores
na integração de mídias. Prática pedagógica e formação de professores com
projetos: articulação entre conhecimentos, tecnologias e mídias
É importante destacar três
aspectos essenciais para entender a importância da prática pedagógica associada
à tecnologia: o registro de intenções, processos em realização e produções, à
integração das tecnologias e mídias, explorando suas características constitutivas,
de modo que sejam incorporadas ao desenvolvimento de ações para agregar
efetivos avanços, os conceitos relacionados com distintas áreas de
conhecimento, que são mobilizados no projeto para produzir novos conhecimentos
relacionados com a problemática em estudo.
A formação do professor é
muito importante para que ele possa desenvolver práticas pedagógicas utilizando a
tecnologia e as mídias e que esses projetos possam favorecer o contexto do
conhecimento da escola e da vida do aluno. Assim esse professor tem que
conhecer todos os conceitos midiáticos com as respectivas linguagens,
teórico-educacionais e pedagógicos, e sempre se reciclar.
E a tecnologia em sala de
aula pode dá uma abertura para se trabalhar vários assuntos globais que
contextualize com o mundo do aluno, para que ele possa construir novos
conhecimentos que o ajude a resolver problemas através buscand alternativas para sua transformação
pessoal e profissional.
Piratas do Vale Silício
O filme conta a história de três jovens da
década de 70, Steve Jobs, Steve Woznizk e Bill Gates e também como surgiram a
Microsoft e a Appel e ainda como eles e suas criações tiveram uma grande
importância no mundo da informática.
No filme mostra a trajetória desses jovens
para atingir seus objetivos, que no começo foi difícil, pois não tinham
dinheiro para investir nos seus projetos e não conseguiam empresas para dá o
capital que precisavam, pois elas não achavam que teriam algum lucro com os
computadores e programas que eles queriam criar. Mas eles eram jovens que
tinham uma grande visão de mundo e sempre pensando a frente de todos, pois eram
gênios, conseguiram como suas ideias empreendedoras mudar o mundo da informática.
Criaram computadores e programas de alta tecnologia para acesso a todos que
fizeram toda diferença no que se diz respeito à tecnologia.
A tecnologia está presente em todos meios em
que nos relacionamos tanto no profissional, pessoal e escolar. E cada vez mais
tem sido criados programas que podem facilitar o acesso a mundo tecnológico. Na
educação, por exemplo, os professores podem usar vários programas que podem
facilitar o processo de aprendizado das crianças, o que se precisa é ter
profissionais capacitados na área da informática.
A
Rede Social
O filme conta a história de Mark Zuckerberg
um jovem gênio em tecnologia que após um término de seu namoro cria o maior
site de relacionamento o Facebook.
O assunto principal do filme é a tecnologia e
como ela está inserida em nossas vidas. No filme mostra como o jovem Mark
Zuckerberg com intuito de se vingar se sua namorada, porque ela tinha terminado
com ele foi capaz de cria o maior site de relacionamento. Hoje em dia o
Facebook é um dos sites de relacionamento de maior acesso, onde podes se
comunicar com pessoas de todo mundo. E esse site mostra como a tecnologia está
cada vez mais inserida em nossas vidas, é difícil encontrar nos dias de hoje
uma pessoa que não tem facebook.Nele você encontra pessoas que não via a
tempos,mantém contato com seus amigos de outra cidade,estado ou
país,comunidades de vários temas, é um site de grande utilidade.
E como estamos vivendo em uma Era Digital,
temos que inserir cadê vez mais a tecnologia em nossas vidas, pois saber
utilizar tecnologia nos dias de hoje não é um hobby e sim uma necessidade, pois
tudo gira em torno dela, principalmente no mercado de trabalho.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Caminhão de bombeiro reciclado
Caminhao de bombeiro com material reciclado
Essa semestre estamos trabalhando a reciclagem de materiais com as crianças do maternal II. Uma das sugestões de brinquedos a serem criados é esse caminhão de bombeiro. Em breve fotos dos trabalhos!
Essa semestre estamos trabalhando a reciclagem de materiais com as crianças do maternal II. Uma das sugestões de brinquedos a serem criados é esse caminhão de bombeiro. Em breve fotos dos trabalhos!
A importância de usar tecnologia na alfabetização | Tecnologia na Educação | Nova Escola
A importância de usar tecnologia na alfabetização | Tecnologia na Educação | Nova Escola
Matéria retirada da Revista Nova Escola que mostra experiências bem feitas de docentes que utilizaram recursos tecnológicos para garantir que seus alunos avançassem nas hipóteses de escrita.
Matéria retirada da Revista Nova Escola que mostra experiências bem feitas de docentes que utilizaram recursos tecnológicos para garantir que seus alunos avançassem nas hipóteses de escrita.
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